Comitê organizador dos Jogos Equestres Mundiais 2018 apresenta vídeo promocional do maior espetáculo de hipismo mundial

O comitê organizador dos Jogos Equestres Mundiais – FEI World Equestrian Games Tryon 2018 – lançou em coletiva de imprensa na sexta-feira, 31/3, o logo e vídeo promocional durante a Final da Copa do Mundo de Salto e Adestramento, em Ohama, EUA. Os Jogos que reunem simultaneamente todas as 8 modalidades equestres com chancela FEI – Salto, Adestramento, CCE, Adestramento Paraquestre, Enduro, Rédeas e Volteio – acontecem a cada cada anos e agitam o Tryon International Equestrian Center em Tryon, na Carolina do Norte, entre 11 e 23 de setembro de 2018.

Panorâmica Tryon International Equestrian Center

A coletiva teve a presença do comitê organizador FEI WEG Mark Bellissimo, CEO, e Michael Stone, presidente e diretor de esporte, a secretaria geral da FEI Sabrina Ibáñez e do presidente da Federação Equestre Norte-americana Murray Kessler.

Vídeo promocional World Equestrian Games Tryon 2018

 

Portal WEG Tryon 2018

Rainha Isabell Werth vence na largada da Copa do Mundo de Adestramento e elogia desempenho do brasileiro João Victor Oliva

Aos 47 anos, Isabelle Werth, a mais premiada amazona de adestramento de todos os tempos, confirmou o favoritismo e montando Weihegold e largou na frente na Final da Copa do Mundo de Adestramento, em Omaha, Nebraska, EUA. Já o 2º posto coube a norte-americana Laura Graves apresentando Verdades, 79,800%, seguida pela britânico Carl Hester com Nip Tuck, 76,671%.

Isabell e a égua Weihegold vitória com folga na abertura da competição; Cara Grimshaw/FEI

Único brasileiro na competição, João Victor Marcari Oliva, 21, com o lusitano Xamã dos Pinhais, garantiu um bom resultado, 68,214%, fechou em 13º lugar e colheu elogios da vencedora.”O João Victor é o melhor brasileiro que já vi competindo, além de ser um cavaleiro muito desenvolvido. Estou surpreendida com a evolução dele nestes dois anos e meio que está morando na Alemanha, e ele já conquistou a admiração e o respeito de cavaleiros de todo o mundo. Com cavalos superiores o João Victor é um dos candidatos a se tornar top mundial”, destacou Isabell, atual nº 1 do mundo, prata individual e ouro por equipes na Rio 2016, também dona de cinco ouros olímpicos e mundiais por equipes, e duas vezes campeã da Final da Copa Mundo.

Agora a elite da modalidade se prepara para o Freestyle, no sábado, 1/4, que decide a competição. “Estou muito feliz, mas antes tenho que acalmar a minha égua, porque ela ficou agitada na cerimônia de premiação.

“Eu e minha equipe estamos contentes com a apresentação de hoje entre os melhores do mundo na final da copa do mundo de adestramento”, garantiu João, atual campeão sul americana, bronze por equipes no Pan 2015 e melhor brasileiro na Rio 2016.

João Victor e seu Xamã nas lentes de Liz Gregg/FEI

Emocionado, o pai do atleta, o empresário e criador Victor Oliva era só elogios ao filho: “O João Victor foi o mais aplaudido entre os 16 competidores do Grand Prix nesta final da Taça do Mundo de Dressage. Foi emocionante ver o respeito que os tops mundiais do Adestramento e o público demonstraram pelo meu filho, pela idade dele (21) e a paixão como ele monta e compete”, disse emocionado o empresário Victor Oliva. “Nunca tivemos um brasileiro neste patamar. O Brasil precisa conhecer o Adestramento e saber que tem talentos como o João Victor representando o país em eventos deste nível”, enfatizou.
Resultado completo.

Fatos e feitos

  • 16 cavaleiros de 13 países (Argentina, Australia, Bielorrússia, Brasil, Dinamarca, Alemanha, Grã Bretanha, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Russia, Suiça e EUA)
  • 194 cavaleiros e amazonas e 215 cavalos competiram nas seletivas para a Final em Omaha
  • Isabell Werth busca o tricampeonato
  • 16 conjuntos vão disputara a Final. O holandês Hans Peter Minderhoud, campeão em 2016, não vai competir porque seu cavalos Glock´s First mancou um dia antes do embarque. Jessica Von Bredow Werndl da Almemanha também não competiu porque seu cavalos Unee B teve cólica no embarque em Amsterdã.

Brasil Hipismo com a fonte FEI e Rute Araújo

Jovem talento João Victor Oliva, único brasileiro, estreia hoje na Final da Copa do Mundo de Adestramento

Acontece nessa quinta-feira, 30/3, a estreia do jovem talento João Victor Oliva na Final da Copa do Mundo de Adestramento – Longines FEI World Cup Jumpimg & FEI World Cup Dressage Finals em Ohama, EUA. Único brasileiro, João Victor, 21 anos, é um dos 18 atletas, entre os tops mundiais do Adestramento que estão reunidos no CenturyLink Center até domingo, 2/4. O cavaleiro entra no picadeiro com o Puro Sangue Lusitano Xamã dos Pinhais.

O cavaleiro paulista estreia no evento no Grand Prix às 14h00 (12h00 no Brasil), prova que habilita os melhores resultados para o Grand Prix Freestyle – prova com coreografia livre e música – que acontece no sábado (1/04). “Estou muito feliz com essa oportunidade de representar o Brasil no mais importante evento mundial do esporte que pratico. Vou dar o meu melhor”, garante o atleta. Veja a Ordem de Entrada – clique aqui.

João Victor: top do adestramento brasileiro e também campeão de simpatia nas redes sociais

Disputam a final do Adestramento os 18 melhores conjuntos do mundo, entre eles a alemã e seis vezes campeã olímpica e nº1 do mundo Isabell Werth e o holandês Hans Peter Minderhoud, atual campeão da competição. O cavaleiro paulista estreia no evento no Grand Prix na quinta-feira (30/03) às 14h (12h no Brasil), prova que habilita os melhores resultados para o Grand Prix Freestyle – prova com coreografia livre e música – que acontece no sábado (1º/04) também às 14h.

A Final da Copa do Mundo de Hipismo é realizada pela Federação Equestre Internacional (FEI) e a reúne os melhores atletas de cada liga, além de dois conjuntos que conquistam a vaga na categoria “partida extra”. Foi assim que o brasileiro conquistou o primeiro lugar com Xamã dos Pinhais depois dos excelentes resultados no CDI5* em Dortmund, na Alemanha, no início de março.

João Victor Marcari Oliva é atleta militar e olímpico, medalhista pan-americano, atual campeão Sul-americano e filho da ex-jogadora Hortência Marcari, ícone do basquete, e do empresário Victor Oliva.

Essa é segunda vez que o Brasil terá um representante na final do Adestramento. Na edição de 2010, a amazona Luiza Almeida, com Samba, participou da competição na Holanda e terminou em 15º lugar. Na época, com 18 anos, Luiza foi a primeira sul-americana a disputar a final da Copa do Mundo.

Com apoio da Confederação Brasileira de Hipismo, o investimento em clínicas com cavaleiros experientes, técnicos estrangeiros e viagens para concursos internacionais vem resultando em uma série de títulos importantes e a consolidação do Brasil como uma potência do Hipismo jovem. Incluindo a participação de cinco atletas nos Jogos Rio 2016.

Sobre João Victor Marcari Oliva

João Victor Marcari Oliva começou a montar aos três anos no rancho dos pais (hoje, Coudelaria Ilha Verde), em Araçoiaba da Serra, interior de SP. Aos 12 anos estreou nas pistas inspirado em Rogério Silva Clementino, então funcionário da coudelaria e primeiro negro a integrar uma equipe olímpica da modalidade.

Se Clementino foi inspiração para o Adestramento, a paixão pelos cavalos veio do pai, o empresário Victor Oliva. Por parte da mãe, a ex-atleta e ícone do basquete, Hortência Marcari, João Victor tomou gosto pela disciplina, dedicação aos treinos e comportamento esportivo.

Desde sua estreia, em 2008, o jovem talento que se tornou atleta militar (Sgtº Oliva) em 2015, conquistou a medalha de bronze por equipe no Pan-americano de Toronto 2015 e é atual o campeão Sul-Americano individual e por equipe (Odersur/Chile 2014). Além disso, foi o melhor atleta do time Brasil de Adestramento nas Olimpíadas do Rio 2016; melhor atleta da equipe brasileira nos Jogos Equestres Mundiais da Normandia, na França, em 2014, e pentacampeão brasileiro (Amador em 2008, Mirim em 2009, Junior em 2010 e 2011, Young Riders em 2012).

Desde julho de 2014 João Victor mora na Alemanha, país que é referência mundial no hipismo, e treina com Norbert van Laak, técnico de medalhistas olímpicos, mundiais e europeus. Aos finais de semana o jovem compete no circuito europeu com os tops mundiais da modalidade.

Para saber mais acompanhe os links abaixo

Relação de Inscritos

Omaha World Cup 2017

FEI World Cup Finals 2017
CBH com Rute Araujo e Multifato

João Victor Oliva e Cel. Salim Nigri são condecorados com medalha do Exército Brasileiro

O cavaleiro olímpico João Victor Marcari Oliva, do Adestramento, é um dos homenageados do Ministério da Defesa com a maior honraria concedida a atletas e personalidades ligadas aos esportes. A cerimônia aconteceu nessa sexta-feira (17/03) às 11h00 no Terceiro Comando Aéreo Regional (III COMAR), no Rio de Janeiro.

João Victor Oliva será homenageado com a medalha de Mérito Desportivo Militar (Foto: Rui Pedro Godinho)

A medalha de Mérito Desportivo Militar é uma condecoração criada para premiar militares brasileiros que se destacaram em competições desportivas nacionais e internacionais, assim como militares e civis brasileiros ou estrangeiros que prestam relevantes serviços ao desporto militar do Brasil. A medalha foi criada pelo Decreto nº 5.958 de 07/11/2006 e em 2016, entre os homenageados estava Hortência Marcari, mãe do cavaleiro, e ícone do basquete.

João Victor ao lado da mãe, Hortência Marcari, que também recebeu a medalha de Mérito Desportivo Militar em 2016; Foto: Saulo Cruz/Exemplus/COB

Terceiro-sargento, João Victor (Sgtº Oliva), de 21 anos, faz parte do Programa de Atletas de Alto Rendimento do Exército desde 2015.

Salim Nigri acompanhado da esposa na cerimônia de condecoração; foto: reprodução Facebook

O Coronel Salim Nigri também recebeu a merecida condecoração após uma vida inteira dedicada à equitação. Atualmente juiz internacional de Adestramento, inclusive tendo julgado um pan americano, o Cel formou-se oficial da Cavalaria na Academia Militar das Agulhas Negras, em 1962. Em 1968, formou-se Instrutor de Equitação na Escola de Equitação do Exército, que chegou a comandar entre 1989 e 1994.

 

Brasil Hipismo com a fonte: Rute Araujo

 

João Victor Oliva está convocado para defender o Brasil na Final da Copa do Mundo de Adestramento 2017

Cavaleiro olímpico, medalhista pan-americano, e atual campeão Sul-americano e vencedor do Prêmio Brasil Olímpico, João Victor Marcari Oliva, 21, também atleta militar, e seu cavalo lusitano Xamã dos Pinhais se qualificaram para o a Final da Copa do Mundo de Adestramento – Longines FEI World Cup™ & FEI World Cup™ Dressage and Jumping Finals em Ohama (EUA), evento que também recebe a Final da modalidade Salto, entre 29/3 a 2/4.

“Estou muito feliz com essa oportunidade de representar o Brasil no mais importante evento mundial do esporte que pratico. Vou dar o meu melhor”, comemorou o atleta.
A convocação do cavaleiro foi comunicada à Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) nessa terça-feira (7/3) pela Federação Equestre Internacional (FEI).

João e Xamã dos Pinhais fazendo piaffe no Internacional de Neumünster na Alemanha, em fevereiro de 2017 ; img: Rui Godinho

A conquista da vaga se confirmada após o resultado do conjunto no Concurso de Adestramento Internacional (CDI5*) em Dortmund, na Alemanha, no último final de semana entre 4 e 5/3.

Essa será apenas a segunda vez na história do adestramento brasileiro que o Brasil terá um representante em uma Final de Copa do Mundo. A primeira vez foi com a amazona Luiza Almeida na Final da Copa do Mundo 2010, na Alemanha.

Acompanhe o portal oficial da LONGINES FEI World Cup™ & FEI World Cup™ Dressage and Jumping Finals

Com a fonte Rute Araujo

João Victor Oliva conquista seu segundo índice em busca de uma vaga nos Jogos Equestres Mundiais de 2018

De volta às pistas do circuito europeu de Adestramento nessa temporada, João Victor Marcari Oliva vem se consolidando como o melhor atleta brasileiro da modalidade. Depois dos Jogos do Rio 2016 – onde foi o melhor resultado da equipe – o cavaleiro paulista, que também é atleta militar, participou de uma etapa seletiva da Copa do Mundo de Adestramento e um CDI5*, ambos na Alemanha, obtendo importante avaliação de um júri formado por juízes cinco e quatro estrelas.

João Victor Marcari Oliva com Xamã dos Pinhais; Foto: Rui Pedro Godinho/Divulgação Coudelaria Ilha Verde

No CDI-W de Neumünster (18/02), válido como etapa seletiva da Copa do Mundo de Adestramento, alcançou 67.420% e no CDI5* em Dortmund, 68,720%, sempre com seu Xamã dos Pinhais. A competição reuniu tops mundiais da modalidade de nove países. O resultado foi válido como segundo índice do conjunto em busca de vaga no time Brasil para os Jogos Equestres Mundiais de 2018, nos Estados Unidos.

João Victor foi o único representante do Brasil nas competições. “Quero melhorar a cada novo desafio e para isso tenho me dedicado diariamente a um treinamento planejado com meu treinador Norbert van Laak. Tem muit o trabalho pela frente para alcançar meu objetivo: o de ser um atleta de excelência e referência da minha modalidade”, diz o jovem talento filho de Hortência Marcari, ícone do basquete, e do empresário Victor Oliva.

João Victor Marcari Oliva, que vive na Alemanha desde 2014, começou a competir no Adestramento com 12 anos e desde a estreia coleciona títulos. É pentacampeão brasileiro (Amador em 2008, Mirim em 2009, Junior em 2010 e 2011, Young Riders em 2012); atual Campeão Sul-americano (individual e por equipe); medalha de bronze por equipe no Pan de Toronto 2015 e melhor atleta da equipe brasileira nas Olimpíadas do Rio 2016 e nos Jogos Equestres Mundiais da Normandia, na França, em 2014.

Seu desempenho foi reconhecido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) que conferiu ao atleta o Prêmio Brasil Olímpico em três edições (2016, 2015 e 2014), além de ter sido indicado em 2013 e 2012.

João Victor Oliva e Xamã dos Pinhais retornam à pista do CDI5* de Dortmund nesse sábado (4/3) às 21h00 (17h00 no Brasil) para o Grand Prix Freestyle, prova com coreografia livre e música.

Fonte: Rute Araújo

Pedro Veniss, João Victor Oliva e Carlos Parro vencem o Prêmio Brasil Olímpico 2016

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou nesta terça-feira, dia 21, os melhores atletas de 43 modalidades esportivas em 2016, e também os atletas que concorrerão ao troféu de Melhor Atleta do Ano do Prêmio Brasil Olímpico 2016. São eles: a dupla Martine Grael / Kahena Kunze (vela), Poliana Okimoto (maratonas aquáticas) e Rafaela Silva (judô), no feminino; e Isaquias Queiroz (canoagem), Serginho (vôlei) e Thiago Braz (atletismo), no masculino. Os vencedores do troféu de Melhor Atleta do Ano, masculino e feminino, serão anunciados durante a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, no dia 29 de março, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Em 2015, os eleitos foram Isaquias Queiroz e Ana Marcela.

Pedro, João e Carlos, vencedores das modalidades hípicas

A escolha dos melhores atletas em cada modalidade (ver lista abaixo), assim como os dois atletas que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, foi realizada por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. O evento fará ainda homenagem especial aos atletas medalhistas do Time Brasil no Rio. Nos Jogos Olímpicos Rio 2016 o Time Brasil realizou a sua melhor campanha na história olímpica, quando conquistou 19 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze.

Entre os três indicados de uma cada três modalidades olímpicas do Hipismo, Pedro Veniss venceu pelo segundo ano consecutivo (2015/2016) na modalidade Salto. Na modalidade Concurso Completo de Equitação (CCE), Carlos Parro foi o eleito garantindo o troféu pela primeira vez. Já no Adestramento, João Victor Macari Oliva acumulou o terceiro troféu consecutivo 2014/2015/2016.

Para saber mais detalhes e conhecer os vencedores em cada modalidade, clique aqui.

 

Com a fonte: CBH e COB; img montagem fotos: FEI e CBH

Prêmio Brasil Olímpico 2016 | Conheça os indicados nas modalidades hípicas

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) iniciou oficialmente, na quarta-feira, 8/2, o processo que vai definir os melhores atletas de 2016 em 43 modalidades e também os dois melhores atletas do ano, masculino e feminino. A disputa acontece entre três atletas de cada modalidade, indicados por suas respectivas Confederações Brasileiras Olímpicas. Os vencedores serão homenageados durante a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, no dia 29 de março, no Rio de Janeiro. A escolha dos melhores atletas em cada modalidade, assim como os dois atletas que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, está sendo realizada por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte.

Pedro Veniss, João Victor Oliva e Ruy Fonseca, vencedores do Prêmio em 2015 no Salto, Adestramento e CCE; img: COB

Oscar do esporte brasileiro, o Prêmio Brasil Olímpico chega à sua 18ª edição prestando homenagens ainda em outras categorias: Atleta da Torcida, Melhor Técnico Individual e Coletivo: Troféu Adhemar Ferreira da Silva; Melhores Atletas nos Jogos Escolares da Juventude, entre outras premiações. Os medalhistas nos Jogos Olímpicos Rio 2016 também receberão homenagem especial. O Atleta da Torcida será escolhido pelo público, em março, em votação pela Internet.

No Hipismo, a exemplo das demais modalidades, a Confederação Brasileira de Hipismo indicou três atletas nas Adestramento, Concurso Completo e Salto, dos quais oito foram integrantes dos Times Brasil na Rio 2016. No Salto, concorrem ao Prêmio Doda Miranda, vencedor em 2014, 2013, 2012 e 2013, Pedro Veniss, vencedor em 2015, e José Roberto Reynoso Fernandez Filho, bicampeão senior top 2015/2016, recebeu a primeira indicação.

Os nomeados na modalidade Salto

No Adestramento, Giovana Prado Pass, caçula do time Brasil na Rio 2016, foi indicada pela primeira vez, ao lado de João Victor Oliva, vencedor em 2015 e 2014 e Luiza Almeida, que já faturou o prêmio cinco vezes em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013.

Os indicados no Adestramento

Já na modalidade Concurso Completo de Equitação (CCE), os indicados são Carlos Parro e Marcio Appel, ambos indicados pela primeira vez, e Marcio Jorge, vencedor em 2014.

Os nomeados no CCE

Clique aqui para conferir a relação completa dos indicados em todas modalidades em 2016

Clique aqui para ver os vencedores do hipismo nas 17 edições do Prêmio.

 

CBH com a fonte: COB ; fotos: COB, FEI, Luis Ruas e CM

Livro dos Recordes | A maior apresentação de Adestramento do mundo

Um recorde e tanto alcançado pelo Heilan International Equestrian Club, na China, em 2014: a maior apresentação de Adestramento com cavalos da história do Guinness World Records.

Foram usado 60 cavalos nesta performance precisamente coreografada, 30 animais tordilhos e 30 negros, das raças Andaluz, Lusitano e Friesian, todos montados exclusivamente por mulheres. Assista alguns momentos desse balé recordista.

 

Brasil Hipismo com a fonte: Guinness World Records

Federação Britânica de CCE substitui as cartolas por capacetes no Adestramento em nome da segurança

As cartolas são parte da vestimenta equestre tradicional há um século, mas agora estão sendo banidas das pistas pelo bem da saúde e segurança. Desde as Olimpíadas de 1912, as cartolas vêm sendo usadas orgulhosamente por cavaleiros e amazonas de Adestramento e Concurso Completo de Equitação em todo o mundo, mas preocupações com lesões na cabeça levaram os britânicos a mudar as regras para a temporada de 2017.

A partir de março, as cartolas serão banidas e todos os competidores de CCE de todos os níveis, terão que usar capacetes de proteção na Grã-Bretanha. No entanto, alguns cavaleiros de destaque estão questionando a decisão do orgão regulamentador britânico, o British Eventing, dizendo que esta deveria ser uma decisão individual, já que a Federação Equestre Internacional ainda permite que cartolas sejam usadas em eventos internacionais, como as Olimpíadas.

A estrela do CCE britânico, William Fox-Pitt, usando cartola em Londres 2012; img: pinterest

David Doel, cavaleiro britânico de CCE, acredita que os atletas devem ter a opção de usar ou não a cartola. “Precisamos acompanhar os padrões modernos de segurança, mas é uma pena que não possamos decidir sobre usar ou não uma parte tão tradicional de nosso uniforme de competição, como tem sido feito durante tantos anos”, diz.

O Concurso Completo de Equitação é comporto por três modalidades: Adestramento, Salto e Cross Country. Mas atletas competindo apenas no Adestramento, como a bicampeã olímpica Charlotte Dujardin, ou no Salto, têm suas próprias federações e regras, e não foram afetados por essa mudança.

No entanto, Dujardin já há algum tempo vem apoiando o uso do capacete, desde de que sofreu uma fratura de crânio devido a uma queda. “Eu tive sorte de ficar tudo bem. Agora eu sempre uso o capacete”, disse, após se apresentar nos últimos Jogos Olímpicos Rio 2016. “Eu me sinto muito confortável e segura. Nunca se sabe o que pode acontecer e só temos uma cabeça.”

Charlotte Dujardin, usando capacete nos Jogos Rio 2016; img: Hippo Foto – Dirk Caremans

Cavaleiros e amazonas internacionais de Adestramento e CCE têm cada vez mais optado pelo uso da proteção. Na Rio 2016, 54% dos competidores usaram o capacete, contra apenas 3% nas Olimpíadas de Londres 2012.

A amazona britânica olímpica de CCE, Gemma Tattersall, usou um capacete desenvolvido especialmente para ela no Rio. “Em nosso mundo, segurança é uma grande questão. Eu realmente sou fã de cartolas, acho muito elegante. Mas precisamos nos adaptar aos tempos, aceitar as regras e adotá-las. Hoje há muitas empresas fazendo capacetes confortáveis, seguros e bonitos.”

Os últimos números da British Eventing (BE) relacionados à segurança mostraram que acontecem quase 2 mil quedas todos os anos, e o número de lesões sérias aumentaram cerca de 50% nos últimos três anos, de 35 para 52.

Amazonas britânicas saltando com suas cartolas, sentadas em posição tradicional para as mulheres antigamente; img: Getty Images

O Diretor de Operações Esportivas da BE, Chris Farr, declarou: “Ao mesmo tempo em que entendemos que as cartolas fizeram parte da tradição no Adestramento e CCE por décadas, fica claro para nós que elas não oferecem praticamente nenhuma segurança aos cavaleiros em caso de queda. Assim como outras federações nacionais, a BE decidiu que o correto é exigir que todos os competidores usem a proteção nas três fases do esporte em todas as competições nacionais, sempre que estiverem montados.”

Outro importante polo de CCE, a Nova Zelândia, também proibiu o uso das cartolas devido à segurança. No Brasil, o regulamento de Adestramento da Confederação Brasileira de Hipismo diz que “é obrigatório o uso do capacete, por todos os cavaleiros, independentemente da categoria em que compete ou da idade.”

 

Versão Brasil Hipismo, fonte The Telegraph